Sobre

Um pouco da minha trajetória como Psicóloga

O que cura é o afeto: não há terapia sem simpatia.

Sándor Ferenczi
Trajetória Profissional
Venho me dedicando aos estudos da Parentalidade e Perinatalidade nos últimos anos.

Nem sempre esse foi meu tema de maior interesse, mas posso dizer que sempre esteve presente na minha trajetória profissional de forma marcante, mesmo sem ser intencional.

Gostaria de dizer que sim, mas meu caminho não foi construído com planejamento ou objetivos previamente definidos. Ao longo desses mais de 20 anos em que a psicologia faz parte da minha vida, fui sendo direcionada por interesses e inquietações vindos na prática clínica.

Comecei lá atrás, ainda na faculdade, a atender crianças, essa foi a primeira experiência que tive. E já lá no começo percebi o quanto o atendimento aos pais era fundamental para que a terapia da criança tivesse qualquer resultado que fosse positivo para ela.

Nessa época, lá no século passado, não se falava em parentalidade, mas em família e foi esse o ponto de partida para buscar a minha primeira especialização. Assim que me formei fui estudar terapia de família e casal.

Como deixei de lado um tempo os atendimentos individuais, senti necessidade de uma segunda especialização, em psicologia clínica, mas com foco também nesse tipo de atendimento. Fui pra mais uma.

Só mais tarde, em 2014, retomei os estudos e me especializei no atendimento das crianças e descobri essa tal parentalidade e perinatalidade que tanto se fala atualmente. E vamos para mais uma pós-graduação, né? Afinal, clínica não se faz sem muito estudo!

E quem é esse “público” atendido por quem se denomina psicóloga perinatal e parental?

São pessoas que estão se preparando para serem pais (através de uma gestação natural, por tratamento ou adoção), quem está vivendo uma gestação (a própria mulher, o pai, casal ou quem vive uma gravidez com útero de substituição) ou quem já se tornou mãe e pai, recentemente ou não, mas que vive questões em torno da parentalidade.

E qual a diferença desse atendimento? No atendimento em si, nenhuma. A diferença está na escuta, em conhecer melhor as questões envolvidas e o contexto que essas pessoas estão vivendo no momento em que buscam a terapia. E isso sim, faz toda a diferença.

Atendo pessoas que estão em outro momento de vida? Claro! Apesar de o meu maior foco de estudo nos últimos anos ser esse, acredito que, independente do momento de vida e da queixa trazida, estudar esses temas enriquecem qualquer atendimento e são um ponto importante pra todos. Afinal, essas relações iniciais são as bases para todas as outras e a partir das quais aprendemos a estar no mundo e sermos quem somos.

Formação Acadêmica
Graduada em Psicologia pela PUC-Rio. Inscrita no CRP: 05/31835
  • Especialista em Psicologia Clínica pelo Conselho Federal de Psicologia

  • Especialista em Terapia de Família pelo IPUB/UFRJ

  • Especialista em Psicologia Clínica com Crianças pela PUC-Rio

  • Pós-Graduação em Psicanálise,  parentalidade e perinatalidade pelo Instituto Gerar - SP

  • Extensão em transtornos alimentares e obesidade - Santa Casa de Misericórdia e PUC-Rio

  • Extensão em Reprodução Assistida e Infertilidade - Sedes Sapientae